terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Como sincronizar o WhatsApp com o Google Fotos para salvar espaço no Android

fevereiro 26, 2019 0
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Sincronizar a sua pasta de imagens do WhatsApp com o Google Fotos pode salvar espaço no celular

Ao utilizar o WhatsApp em seu celular com Android, você deve receber muitas imagens que são enviadas pelos seus amigos. Apesar de isto ser uma função essencial do aplicativo, o grande problema é que com o tempo, todas estas imagens passam a ocupar um espaço considerável do armazenamento de seu aparelho.
Felizmente, é possível contornar este problema utilizando algum serviço na nuvem, como o Google Fotos, que já vem pré-instalado nos celulares com o sistema do Google. A seguir, veja como deixar as imagens recebidas pelo WhatsApp automaticamente sincronizadas com o Google Fotos.

Verificando o espaço ocupado pelas imagens do WhatsApp

Antes de prosseguir para a configuração do Google Fotos, pode ser uma boa ideia você conferir o espaço ocupado pelas suas imagens com o WhatsApp, assim como liberar espaço e economizar tempo de upload descartando arquivos indesejáveis. Confira como isto é feito:
  1. Abra o WhatsApp normalmente e clique no ícone representado por “três pontos”;

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  2. Toque em “Configurações” e vá em “Dados e armazenamento”;

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  3. Na nova tela, comece a navegar pelas conversas para ver o quanto elas estão ocupando de espaço com imagens.
Ao abrir cada conversa ou contato, você terá a opção “Liberar espaço” para remover os arquivos que não deseja que entre no seu Google Fotos.

Configurando o Google Fotos

Mais uma vez, antes de prosseguir, é interessante realizar uma outra configuração, que é feita no próprio Google Fotos para que ele fique com o espaço de armazenamento na nuvem ilimitado. Veja:
  1. Abra o Google Fotos e toque no ícone representado por “três linhas”;

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  2. Clique em “Configurações” e vá em “Backup e sincronização”;

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  3. Na nova tela, toque em “Tamanho do upload” e selecione a opção “Alta qualidade (armazenamento ilimitado grauito)”.

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    Agora que estas duas configurações já estão feitas, é necessário fazer que o Google Fotos monitore a pasta de imagens recebidas do WhatsApp para que elas sejam salvas na nuvem dele. Para isto, siga esses passos:
    1. Abra o Google Fotos normalmente e toque no ícone representado por “três linhas”;

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    2. Entre em “Pastas do dispositivo”, selecione a pasta “WhatsApp Images” na lista e marque a opção “Backup e sincronização”.

      Reprodução

    Liberando espaço no celular

    Após ter feito este processo acima, as imagens que você tinha na pasta do WhatsApp já devem estar no Google Fotos, mas é necessário mais uma etapa para que os arquivos originais sejam removidos do dispositivo e acabem liberando espaço. Veja como prosseguir:
    1. Abra o Google Fotos normalmente e, mais uma vez, toque no ícone representado por “três linhas”;
    2. Entre em “Configurações”, clique em “Liberar espaço no dispositivo” e, então, em “Liberar”. O processo demora de acordo com o número de arquivos que você possui no aparelho, assim, lembre-se de estar conectado ao Wi-Fi para evitar problemas com seu plano de dados.

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      FONTE : OLHAR DIGITAL

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Sair do Facebook por um mês deixa as pessoas mais felizes, sugere estudo

fevereiro 01, 2019 0
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Você passaria um mês sem usar o Facebook? Um estudo da Universidade de Nova York e Stanford mostrou que os usuários que deixaram de usar a rede social por até 30 dias eram mais felizes, mais satisfeitos com a vida e menos propensos a sentirem-se ansiosos, deprimidos ou solitários. Em outras palavras, parar de usar o Facebook pode deixar você mais feliz.
De acordo com os pesquisadores, as pessoas que deixaram o Facebook de lado tiveram mais tempo para encontrar amigos e familiares ou mesmo assistindo televisão. Por outro lado, afirmaram que não gastaram muito tempo consumindo notícias.
Como o estudo foi conduzido antes da eleição presidencial de 2016, nos Estados Unidos, o resultado pode estar diretamente relacionado às tensões políticas da época. Algo que nós, brasileiros, também vivenciamos nos últimos seis meses no país. Desta forma, para os participantes do estudo, ter deixado o Facebook naquele momento pode ter ajudado a evitar debates acalorados e consequentes desentendimentos.
Também não se sabe como teria sido a experiência destas pessoas caso o intervalo fosse mais longo. Porém, é válido dizer que o resultado deste estudo dá crédito às alegações de que fazer uma pausa da rede social pode ajudar, mesmo que ainda não esteja claro como as redes sociais afetam a nossa saúde mental.
Em janeiro de 2013, decidi excluir minha conta do Facebook e, desde então, não utilizo a rede social. No ano passado, no entanto, por uma questão profissional, abri uma página na plataforma. Mas depois de todas as denúncias envolvendo o Facebook, resolvi que não valia mais a pena manter uma fanpage na plataforma e exclui a página. Também resolvi excluir a minha conta do Instagram, que havia criado há um ano. Hoje em dia, utilizo apenas o WhatsApp, mas também estou no processo de desligamento da plataforma, que estou substituindo pelo Signal.
Ter optado por não usar o Facebook, o Instagram ou o Messenger não faz de mim menos ou mais inteligente do que ninguém, mas está me ajudando a focar minhas energias em outras coisas, como meditação e leitura. Já não passo mais tanto tempo no meu smartphone e, minha rede social é o Twitter que, na maioria das vezes é usada para consumo de notícias.
É claro que este é o meu exemplo e você não precisa excluir a sua conta do Facebook, contudo, é importante saber que existem outras opções disponíveis. Talvez uma pausa da rede social seja um bom começo, o que você acha?

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Redes sociais elevam depressão entre meninas, diz pesquisa

janeiro 09, 2019 0
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Uma em cada quatro meninas analisadas apresentou sinais clinicamente relevantes de depressão, enquanto o mesmo ocorreu com apenas 11% dos garotos

Meninas adolescentes são duas vezes mais propensas que os meninos a apresentar sintomas de depressão em conexão ao uso das redes sociais, segundo estudo do University College London (UCL) divulgado em Londres. Ativistas pediram ao governo britânico que reconheça o risco de páginas como Facebook, Twitter e Instagram para a saúde mental dos jovens.
Uma em cada quatro meninas analisadas apresentou sinais clinicamente relevantes de depressão, enquanto o mesmo ocorreu com apenas 11% dos garotos, segundo o estudo. Os pesquisadores constaram que a taxa de depressão mais elevada é devido ao assédio online, ao sono precário e a baixa autoestima, acentuada pelo tempo nas mídias sociais.
O estudo analisou dados de quase 11 mil jovens no Reino Unido. Os pesquisadores descobriram que garotas de 14 anos representam o agrupamento de usuários mais incisivos das mídias sociais – dois quintos delas as usam por mais de três horas diárias, em comparação com um quinto dos garotos.
Cerca de três quartos das garotas de 14 anos que sofrem de depressão também têm baixa autoestima, estão insatisfeitas com sua aparência e dormem sete horas ou menos por noite.
"Aparentemente, as meninas enfrentam mais obstáculos com esses aspectos de suas vidas do que os meninos, em alguns casos consideravelmente", disse a professora do Instituto de Epidemiologia e Cuidados da Saúde do University College London, Yvonne Kelly, que liderou a equipe responsável pela pesquisa.
Depressão
O estudo também mostrou que 12% dos usuários considerados moderados e 38% dos que fazem uso intenso de mídias sociais (mais de cinco horas por dia) mostraram sinais de depressão mais grave.
Quando os pesquisadores analisaram os processos subjacentes que poderiam estar ligados ao uso de mídias sociais e depressão, eles descobriram que 40% das meninas e 25% dos meninos tinham experiência de assédio online ou cyberbullying.
Os resultados renovaram as preocupações com as evidências de que muito mais meninas e mulheres jovens apresentam uma série de problemas de saúde mental em comparação com meninos e homens jovens, e sobre os danos que os baixos índices de autoestima podem causar, incluindo autoflagelação e pensamentos suicidas.
Os pesquisadores pedem aos pais e responsáveis políticos que deem a devida importância aos resultados do estudo. "Essas descobertas são altamente relevantes para a política atual de desenvolvimento em diretrizes para o uso seguro das mídias sociais. A indústria tem que regular de forma mais rigorosa as horas de uso das mídias sociais para os jovens", diz Kelly.
Uso excessivo das mídias sociais
A ministra adjunta para Saúde Mental e Cuidados Sociais, Barbara Keeley, afirmou que "esse novo relatório aumenta as evidências que mostram o efeito tóxico que o uso excessivo das mídias sociais tem na saúde mental de mulheres jovens e meninas [...] e que as empresas devem assumir a responsabilidade pelo que ocorre em suas plataformas".
Tom Madders, diretor de campanhas da instituição beneficente YoungMinds, diz que, embora sejam uma parte da vida cotidiana da maioria dos jovens e tragam benefícios, as redes sociais proporcionam uma "pressão maior" porque estão sempre disponíveis e fazem com que os jovens comparem "as vidas perfeitas de outros" com a sua própria.


quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

A empresa de tecnologia onde todos os empregados têm autismo...

janeiro 03, 2019 0


Um pai californiano criou uma empresa onde seu filho pudesse trabalhar e agora emprega mais de 150 pessoas. Peter, Evan e Brian trabalham numa pequena empresa de tecnologia que fica em Santa Monica, na Califórnia, testando softwares e consertando bugs tecnológicos. À primeira vista, parece igual a qualquer outra empresa de Los Angeles, com obras de arte de bom gosto penduradas nas paredes brancas e difusores espalhados pelo ambiente....
Peter descreve o clima como "calmo, mas divertido", e diz gostar especialmente do fato de que não há pressão para socializar, enquanto Evan diz que os outros funcionários são "muito compreensivos". Brian descreve o escritório como "único". A Auticon é uma das poucas empresas que só contratam funcionários que sejam autistas. Antes, a companhia se chamava MindSpark, até ser comprada pela Auticon, uma empresa alemã. A firma original foi criada por Gray Benoist, que tem dois filhos autistas e achava que havia poucas oportunidades adequadas para eles no mercado de trabalho. "Os dois são muito capazes e inteligentes e merecem uma oportunidade de mostrar isso",disse ele à BBC, em visita recente à empresa. "Eu senti que havia um buraco e a única opção era eu preenchê-lo", diz Benoist. Ele começou a empresa em 2013 e ela já tem mais 150 funcionários. Seu filho mais velho, que também se chama Gray, agora trabalha na equipe de finanças. "Nossa missão é dar poder a um grupo de pessoas que não têm acesso aos mesmos direitos que nós. Há muitos segmentos da sociedade que são subaproveitados e autistas são um deles", diz Benoist.
Conforto e tranquilidade

Peter já havia trabalhado em outros escritórios, mas, para ele, eles não eram muito "normais". Ele compara essas experiências a um episódio da série Survivors, da BBC, que mostra a vida de um grupo de pessoas após uma epidemia de gripe erradicar boa parte da raça humana. "Era tudo muito difícil de entender. Eu não conseguia fazer conexões sociais", disse ele à BBC. Evan diz que, em outros empregos, ele "ficava sozinho comendo um sanduíche e ouvindo podcasts na hora do almoço". O autismo afeta cerca de uma a cada 100 pessoas, segundo a Sociedade Nacional de Autismo do Reino Unido, mas menos de um quarto delas têm um emprego em tempo integral.
Muitos desistem porque a ansiedade, que muitas vezes é mais forte para autistas, torna uma entrevista de emprego uma experiência muito intimidante.
"As pessoas costumam contratar pessoas que são parecidas com elas, e os autistas não são como a maioria, eles são como eles próprios", diz Steve Silberman, autor do livro Neurotribes (Neurotribos, em tradução livre), um livro que conta a evolução do autismo.
"A lista de coisas que você não deve fazer numa entrevista é a definição de um autista, praticamente. 'Não olhe para os lados, olhe para o seu empregador nos olhos', todas essas coisas são muito difíceis para uma pessoa autista.".
Brian queria muito usar suas habilidades de computação no trabalho, mas se sentia desestimulado a se candidatar a empregos no competitivo mundo da tecnologia.
"É muita pressão. Você tem de ficar competindo com outras pessoas", diz ele.
Aquilo era demais para ele, então, acabou tendo outros empregos menos importantes - trabalhou num mercado e lavando carros. Nenhum desses empregos usava bem seu talento e não o "levavam a lugar nenhum", como ele diz.
Algumas empresas acharam alternativas ao processo de entrevista tradicional. A empresa alemã de software SAP, que também emprega autistas, oferece a candidatos a oportunidade de criar robôs de Lego, em vez de fazer uma entrevista formal."Isso mostra a capacidade da pessoa de resolver problemas e o seu comprometimento", diz Silberman.
E a SAP obviamente acha que valeu a pena, apontando que não empregam autistas como uma forma de "caridade", mas sim porque "é bom para a empresa".
Além de terem mais ansiedade, autistas costumam ter dificuldade de interagir socialmente. Por isso, na Auticon, se um funcionário quer usar fones de ouvido por causa do barulho, isso é permitido. Eles também podem trabalhar numa sala escura, se quiserem, não precisam gozar da hora do almoço e podem se comunicar com os colegas por mensagem de texto se não quiserem fazê-lo verbalmente.Se eles ficarem muito incomodados, podem tirar "dias de folga por ansiedade". "A sensibilidade com as questões dos nossos empregados é nossa prioridade", diz Benoist, "mas isso requer todo um processo por trás para que a empresa possa trabalhar com qualidade para os seus clientes, o que requer planejamento para os projetos e para como alocar recursos".E quando se trata da temida avaliação profissional, tentam não ser muito críticos. "O negócio é ter bons princípios de recursos humanos. É algo que outras empresas poderiam facilmente replicar", acrescentou.
Novo modelo
Silberman não está convencido de que escritórios com separações sejam uma boa ideia porque ele acha que tanto autistas quanto pessoas que tenham um funcionamento neurológico mais convencional podem aprender muito trabalhando juntas. "Ao aprender a lidar com pessoas com pessoas diferentes, empregadores também aprendem a ajudar todas as outras pessoas", diz ele..
"Veja o Bill Gates, que certamente tem características autistas. Ele cresceu socialmente e se tornou um grande filantropo." Há um treinamento de quatro semanas na Auticon que define quais candidatos são adequados ao trabalho em longo prazo.
Alguns não entram, especialmente aqueles que são pressionados pelos pais a se candidatar a um trabalho apesar de não terem nenhum interesse em dados, e é importante dizer que muitos autistas têm interesses diferentes disso. Para os que ficam, a equipe parece ser muito solidária, mesmo se todos não saem para almoçar juntos.
Tecnologia contra a pobreza
Quando o novo escritório foi projetado, funcionários pediram que fosse aberto, sem cubículos fechados. "É ótimo, relaxado, muito tolerante", diz Peter. "E todos são engraçados."
Brian e Evan agora vão aos almoços com os colegas, apesar de que Peter ainda acha difícil "se desapegar do trabalho". Mas todos os três gostariam de trabalhar lá pelo resto da vida. Essa é uma lição que outras empresas deveriam seguir, opina Silberman.
"Para muitos autistas, se eles acharem um lugar onde se sintam apoiados e sintam que suas habilidades podem prosperar, eles ficam muito dedicados e não saem. Isso é econômico para as empresas porque aí elas não precisam treinar novamente outras pessoas."

FONTE : UOL

Como encaminhar uma mensagem no WhatsApp para mais de 5 pessoas ao mesmo tempo

janeiro 03, 2019 0


No ano de 2018 o WhatsApp virou alvo de polêmicas por conta de fake news, que foram distribuídas por seu aplicativo e, assim, algumas medidas foram tomadas para proteger seus usuários. Uma delas, por exemplo, foi a de restringir o encaminhamento de mensagens para apenas 5 pessoas ao mesmo tempo.
Se você fazia um bom uso da ferramenta e ainda precisa compartilhar algo para mais de 5 pessoas de forma simultânea, a boa notícia é que existe uma forma de contornar esta limitação. Sendo assim, veja a seguir como compartilhar uma mesma mensagem para mais de cinco pessoas dentro do WhatsApp.

Importante

O processo descrito a seguir faz o uso de uma função que é encontrada no próprio aplicativo do WhatsApp e funciona no Android e iPhone. Dessa forma, você pode ficar tranquilo quanto aos dados que estão por lá, uma vez que não será necessário obter programas de terceiros.

Como compartilhar uma mensagem com mais de cinco pessoas no WhatsApp

Antes de prosseguir para o passo a passo, é necessário dizer que o processo que tira esta limitação do WhatsApp, acaba não sendo tão prático quanto à forma comum de realizar um compartilhamento no aplicativo de mensagens. Nele, por exemplo, você terá que criar uma “espécie de grupo”, conhecida como “Transmissão”, em que os contatos que receberão as mensagens serão gerenciados.
Mesmo com estes contras, o processo ainda é funcional e consegue entregar as mensagens para mais de cinco contatos por vez ao mesmo tempo. Veja como fazer:
  1. Abra o WhatsApp normalmente e toque no ícone representado por “três pontos”;

    Reprodução

    2. Entre em “Nova transmissão” e selecione os contatos com quem você compartilhará a mensagem ou conteúdo desejado. Depois de selecionar os contatos, toque no ícone verde para confirmar a criação do “Grupo de transmissão”.

    Reprodução
    3. Na lista que foi carregada, selecione a “lista de transmissão” e confirme o envio da mensagem.

    Reprodução

    Pronto! Todos os contatos que estavam na lista de transmissão receberão a mensagem de forma individual. Desta forma, eles não saberão que o mesmo conteúdo que receberam foi enviado para outras pessoas. Além disto, utilizando este método de encaminhamento, o sinal de “encaminhado” não aparecerá nas mensagens enviadas.

    FONTE : olhar digital


quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Como criar uma contagem regressiva de ano novo no Instagram Stories .

dezembro 19, 2018 0
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A contagem regressiva do Instagram Stories permite que usuários criem um evento de final de ano na rede social. O adesivo, disponível no app para iPhone (iOS) e em celulares Android, pode ser usado para atrair amigos para participar de uma contagem regressiva para o reveillon 2018. A dica a seguir mostra como criar a contagem para que amigos possam ativar alertas e compartilhar o sticker em seus stories.

Ao definir o recurso, basta adicionar um nome que defina o evento ou uma mensagem de fim de ano. Dessa maneira, amigos que seguirem a contagem receberão um alerta com a mensagem. Para saber como usar o novo adesivo do Instagram Stories para criar uma contagem de virada do ano, confira o passo a passo abaixo.
Instagram Stories permite adicionar uma contagem regressiva com eventos sugeridos pelos usuários — Foto: Marvin Costa/TechTudoInstagram Stories permite adicionar uma contagem regressiva com eventos sugeridos pelos usuários — Foto: Marvin Costa/TechTudo
Instagram Stories permite adicionar uma contagem regressiva com eventos sugeridos pelos usuários — Foto: Marvin Costa/TechTudo
Ação para criar uma foto ou vídeo no Instagram Stories — Foto: Reprodução/Marvin CostaPasso 1. Abra o Instagram e toque no ícone de câmera no canto superior esquerdo da tela. Faça uma foto ou vídeo usuário a câmera do celular;
Ação para criar uma foto ou vídeo no Instagram Stories — Foto: Reprodução/Marvin Costa

Passo 2. Use o ícone de figurinha na barra superior de opções e toque na miniatura do contador regressivo;

Ação para adicionar um adesivo de contagem regressiva em uma foto ou vídeo criado no Instagram Stories — Foto: Reprodução/Marvin CostaAção para adicionar um adesivo de contagem regressiva em uma foto ou vídeo criado no Instagram Stories — Foto: Reprodução/Marvin CostaAção para adicionar um adesivo de contagem regressiva em uma foto ou vídeo criado no Instagram Stories — Foto: Reprodução/Marvin Costa
Passo 3. Pressione a opção "Criar contagem regressiva". Em seguida, dê um nome para a contagem de ano novo e selecione a indicação de números;
Ação para adicionar uma nova contagem regressiva no Instagram Stories — Foto: Reprodução/Marvin CostaAção para adicionar uma nova contagem regressiva no Instagram Stories — Foto: Reprodução/Marvin CostaAção para adicionar uma nova contagem regressiva no Instagram Stories — Foto: Reprodução/Marvin Costa
Passo 4. Defina a data de término para primeiro de janeiro de 2019. Com isso, a contagem terminará exatamente na virado do ano. Você também pode definir um horário específico desmarcando a opção "O dia todo". Porém, manter a opção selecionada fará que a contagem regressiva continue até a primeira hora do dia selecionado. Toque em "Concluir" e, em seguida, em "Seu story" para publicar a contagem.
Ação para definir e publicar uma contagem regressiva de ano novo no Instagram Stories — Foto: Reprodução/Marvin CostaAção para definir e publicar uma contagem regressiva de ano novo no Instagram Stories — Foto: Reprodução/Marvin Costa
Ação para definir e publicar uma contagem regressiva de ano novo no Instagram Stories — Foto: Reprodução/Marvin Costa
Aguarde até que seus amigos interagam com sua contagem para que todos comemorem a virada do ano juntos.



fonte : Techtudo

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Agora é a vez do Youtube apostar no stories, saiba como usar

dezembro 18, 2018 0


Depois do sucesso no Instagram, Facebook e WhatsApp agora é a vez do YouTube lançar a sua nova ferramenta de Stories. Recurso vai beneficiar os criadores de conteúdo da plataforma.

Desde o anúncio do interesse do
 Youtube em aderir ao recurso de Stories, o mundo digital foi tomado por um toma lá da cá de notícias e suposições entre a plataforma de vídeos e a sua concorrência. Mas os boatos são reais e os stories estão chegando de vez, seja isso bom ou ruim. É possível acessar a uma nova maneira de adquirir conteúdo via Android e iOS. Quem sai ganhando com tudo isso? Os próprios criadores de conteúdo, que ganham mais um trunfo para divulgar o seu trabalho na plataforma.
Introduzido inicialmente por algumas personalidades a partir do dia 30 de novembro, ainda em versão beta. Não é muito diferente daquilo que você já conhece e testou em outras plataformas concorrentes, ou seja, são 15 segundos de conteúdo inédito. A grande novidade fica por conta do tempo de duração. Já que o stories do Youtube não tem a vide média de apenas um dia, mas sim de uma semana.
A idéia é que o vídeo proporcione maior engajamento, interação e compartilhamento por parte do público direcionado. Por isso, diferentemente de outras plataformas, os comentarios não são direcionados somente ao criador daquele conteúdo e sim a um bate-papo interativo, em que criador e plateia conseguem se comunicar. O que é bacana, porque facilita a interação e exclui a noção de exclusividade. O coletivo sempre sai ganhando e a noção de comunidade é reforçada. Ponto para o Youtube.

Apenas no começo

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Por ora, apenas canais com mais de 10 mil seguidores podem se increver durante esta fase beta de testes. Para tal, é necessário ler as diretrizes da plataforma e responder a um rápido quiz ao final. Vale lembrar que o recurso está disponível somente para a versão mobile, no aplicativo da plataforma. Por isso, haverá uma pequena alteração no layout.
Você poderá identificar uma aba voltada somente para isso, que não mostra os stories dos canais de sua escolha, assim como os mais vistos pela plataforma como um todo. A ideia é que você tenha acesso a outros canais, podendo se increver diretamente nesta aba. Dessa forma, a ferramenta, acredita a empresa, pode se tornar um novo recurso que convida a novas pessoas a conhecer o trabalho de criadores de conteúdo na plataforma.
Enquanto não há ainda a confirmação da versão beta passar para a versão definitiva, há o compromisso do Youtube em sempre realizar atualizações de maneira a promover conforto e qualidade aos usuários.

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